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Parque
Nacional da Serra da Canastra (MG)
Serra
da Canastra
Em
uma região calma nasce um dos mais
importantes rios brasileiros, o São
Francisco. O Velho Chico, rio da integração
nacional, surge como um filete e pouco depois
despenca em uma cachoeira esplendida de 200m.
Aliás, cachoeira é o que não falta neste
chapadão em forma de baú, daí o nome
canastra. Mas, assim como os outros parques
nacionais, a Canastra também sofre com a
falta de fiscalização e os incêndios
criminosos.
O Parque Nacional da Serra da Canastra foi
criado em 1972 com o intuito de proteger a
nascente de um dos rios mais importantes do país,
o São Francisco, além de outras nascentes
localizadas dentro de seus 71.525 hectares.
Seu cenário belíssimo inspirou o pintor
francês Jean-Baptiste Debret a pintar a
Cachoeira Casca D`Anta no século XIX.
LOCALIZAÇÃO
O Parque Nacional da Serra da Canastra está
localizado no sudoeste de Minas Gerais,
pertencendo aos municípios de São Roque de
Minas, Sacramento e Delfinópolis.
Para chegar até lá pegue a BR-050 em direção
a Ribeirão Preto. Depois, siga pela MG-50 até
São Roque de Minas, localizada a 8km, por
estrada de terra, da portaria principal do
parque. Outra opção é desviar por Vargem
Bonita em direção a São José do Barreiro,
antes de chegar a São Roque. São José do
Barreiro fica a 7km da portaria Casca D`Anta,
que dá acesso à cachoeira de mesmo nome.
Endereço para contato: Rua Marechal Floriano
Peixoto, s/n, São Roque de Minas - MG CEP
37928-000 tel: (37) 433.1195
CLIMA
O clima da região é subtropical com
temperaturas médias anuais de 17°C no
inverno e 23°C no verão. Um bom período
para visitar o parque vai de abril a outubro,
quando chove menos e as águas das cachoeiras
ficam mais cristalinas. Novembro e dezembro são
meses de bastante chuva.
ASPECTOS NATURAIS
Compreendendo dois maciços, o da Serra de
Sete Voltas e o da Serra da Canastra, o parque
apresenta altitudes que variam de 900m a
1.496m. A principal característica da região
é a riqueza de mananciais ali presentes,
incluindo a nascente do Rio São Francisco.
Com vegetação típica de transição entre o
Cerrado e a Mata Atlântica, a flora é
representada por canela-de-ema, fruta-de-lobo,
pequi e pau-de-colher.
A fauna não é muito diversificada e
apresenta diversas espécies em extinção:
tatu-canastra, lobó-guará e o tamanduá-bandeira.
Aves como o tucano-açu, a ema, o canário-da-terra
e o curió também são encontradas ali.
ATRAÇÕES
Inúmeras cachoeiras podem ser visitadas
dentro do parque. A mais bonita delas é a
primeira queda do Rio São Francisco, a
Cachoeira Casca D`Anta, com quase 200m de
altura. Todas elas possuem águas limpas e
cristalinas. A própria nascente do Rio São
Francisco é um grande atrativo do parque.
Para quem gosta de observar animais, o começo
da manhã e o final da tarde são os melhores
horários, em lugares menos movimentados.
Outra atração são ruínas de antigas
fazendas agropecuárias que se espalhavam pela
região desde a colonização do Brasil, como
o Curral de Pedras, o Retiro de Pedras e a
Garagem de Pedras.
O parque abre diariamente, das 8h às 18h e o
ingresso custa 3 reais.
INFRA-ESTRUTURA
O parque conta com Centro de Visitantes,
alojamento para pequenos grupos e
pesquisadores, quiosques e camping (tel: 37 -
435.1164). Delfinópolis e São Roque de Minas
possuem infra-estrutura simples com pequenos
hotéis, pousadas, campings e restaurantes.
| Contatos |
Tel.:
(37) 433-1195
Rua Mal. Floriano Peixoto, s/n, São
Roque de Minas - MG
CEP 37928-000 |
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